Um levantamento do Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS) revelou que a
ineficiência logística no Brasil custa R$ 1,96 trilhão por ano. Parte significativa
desse custo está diretamente ligada a decisões que as empresas tomam, ou
deixam de tomar, sobre onde e como instalar suas operações.
Em 2025, os custos logísticos no Brasil somaram R$ 1,96 trilhão. O número, levantado pelo
Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS) e divulgado pelo SETCESP, equivale a 15,5%
do Produto Interno Bruto do país. Para comparar: nos Estados Unidos, esse custo gira em
torno de 8,8% do PIB. A distância entre os dois números, quase o dobro, não é apenas
estatística. Ela reaparece no preço final de cada produto que sai de um galpão brasileiro e
chega ao destino mais caro do que precisaria.
O diesel continua sendo um dos maiores vilões. Segundo o ILOS, o combustível representa
entre 35% e 50% do custo operacional de uma frota pesada, dependendo do tipo de
veículo e da rota. Para as transportadoras, o aumento dos custos operacionais entre 2023
e 2024 não foi acompanhado de reajuste proporcional nas tabelas de frete, gerando um
descompasso que comprime as margens de toda a cadeia.
Mas há um fator de custo logístico que frequentemente fica fora do radar das análises e
que tem impacto direto sobre o resultado operacional de uma empresa: a localização da
sua operação.
“Uma empresa no endereço errado paga o custo logístico da ineficiência todos os dias: em frete, em tempo de trânsito, em custo de acesso a clientes e fornecedores. Esse é um custo que não aparece em nenhuma nota fiscal, mas que reaparece na margem.”
O Vale do Paraíba, com PIB conjunto de R$ 157 bilhões incluindo o Litoral Norte, é um dos
corredores logísticos mais relevantes do país. A região está sobre o eixo Rio–São Paulo,
na rodovia que conecta as duas maiores economias do Brasil e escoa parte significativa
das exportações nacionais pelos portos de Santos e São Sebastião.
Uma operação instalada nesse eixo tem acesso direto a dois mercados consumidores que,
somados, concentram mais de 30 milhões de pessoas, sem depender de rodovias saturadas, pedágios múltiplos ou centros urbanos congestionados.
É nesse contexto que o BIP Vale se diferencia. Localizado em frente à Via Dutra (Km 87),
em Pindamonhangaba, o empreendimento oferece 184 lotes industriais e empresariais a
partir de 525 m², com infraestrutura pensada para operações que precisam de eficiência logística real: vias internas dimensionadas para tráfego pesado contínuo, com acesso direto ao eixo Rio–SP e posição estratégica no coração do Vale do Paraíba.
São Paulo está a 154 km. O Aeroporto de Guarulhos, a 136 km. O Porto de Santos, a 235
km. O Rio de Janeiro, a 287 km. A Novelis, maior complexo integrado de laminação e
reciclagem de alumínio do mundo, é vizinha de empreendimento e opera no mesmo eixo
logístico há quase cinco décadas.
“Com custos logísticos consumindo 15,5% do PIB brasileiro, cada decisão de onde instalar uma operação é também uma decisão financeira. Endereço é estratégia.”
O BIP Vale oferece três formas de entrada: compra do lote, compra com galpão pronto ou
locação de galpão Built to Suit (BTS), projetado sob medida. A infraestrutura compartilhada
entre 184 lotes, que inclui portaria, vias, redes de utilidades e edifício administrativo,
distribui o custo que, isolado, exigiria um investimento muito maior de qualquer empresa.
O empreendimento é desenvolvido pela VTO Polos Empresariais, com atuação em Espírito
Santo, Pernambuco e Santa Catarina. Está em fase de pré-lançamento. A posição na
planta é definida pela ordem de fechamento.
Fontes: Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS), via SETCESP (fev/2026). tcfoco.com.br (jul/2026). NTC & Logística / InvestSP (mar/2026). sancolog.com.br (jul/2026).








